De Janelas Abertas

Hoje eu decidi abrir as janelas e deixar a brisa entrar com seus coliformes, cheiros e desesperos. Como o movimento que dessaruma tudo, deixei o vento entrar. Abri as janelas e o peito para que se acomode todo o tipo de oxigênio e todo o tipo de gênios. Abri de propósito o coração, escancarado, para receber a luz que emana das pessoas ao meu redor, em vez de simplesmente abafá-la em trevas. Decidi abrir as janelas! Optei hoje em ouvir a brisa, enxergar as respostas para depois jogá-las no liquidificador com minhas perguntas. Decidi destapar os olhos e retirar a fumaça da arrogância que turva meu entendimento do que é simples. Coisas simples como o amor. Como a montanha que caminha até Maomé… coisas simples assim. Abri as janelas para enxergar o microcosmo que me circunda, as poeiras de luz, de sabedoria, de cuidado e carinho. Coloquei os óculos para observá-lo em seus detalhes e deixei de resistir.  Só existe uma conspiração lá fora… e é ao meu favor. O vento está a favor.

bons ventos!

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Sobre ruivaah

Apaixonada por livros, fotos, viagens, montanhas, bicicleta, riachos, familia, amigos e animais! Apaixonada pelo sol e pela chuva.
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Uma resposta para De Janelas Abertas

  1. Carlos E G disse:

    Bons ventos…

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